The mapping of this area of work falls within the limits of the states of Rio de Janeiro and
Espirito Santo, between the towns of São José do Calçado and Guaçuí, which defined four
mapping units: hornblende-biotite orthogneiss, garnet-biotite paragneiss , granulite and
charnockite. The object of this paper is to characterize petrography and geochemistry of the hornblende-biotite orthogneiss, called Serra da Cangalha orthogneiss. Mountain of the
orthogneiss has Cangalha monzogranitic composition and textural heterogeneity related to
the intensity of deformation imposed on the samples. The observed mineralogical
composition consists of quartz, feldspar perthitic, plagioclase, biotite and hornblende
(core), Cpx (augite), opaques, titanite, zircon, apatite (accessories) and muscovite, calcite
and chlorite (secondary).Chemical analysis by XRF performed on samples of Serra da
Cangalha orthogneiss evidence for such a signature body-calcium high-K alkaline, with a
tendency strongly metaluminous to weakly peraluminous. The TAS diagram reveals that the
samples are positioned close to the limit of subalkaline and alkaline fields, with
compositions ranging from granodiorite to granite / syenitic, showing enrichment in alkalis
of the sequence They are important as high percentages of K2O and Na2O and values
greater than 1000 ppm Ba. One sample of orthogneiss shows much lower concentrations of
Ba and K2O and higher content of Na2O and CaO, indicating not be part of the sequence,
and may be associated with another suite. Thus, the geochemistry defines distinct granulite
and orthogneiss.
A área de mapeamento deste trabalho situa-se no limite dos estados do Rio de Janeiro e do
Espírito Santo, entre os municípios de São José do Calçado e Guaçuí, onde foram definidas
quatro unidades de mapeamento: hornblenda-biotita ortognaisse, granada-biotita
paragnaisse, granulito e charnockito. O objeto do presente artigo é a caracterização
petrográfica e geoquímica do hornblenda-biotita ortognaisse, denominado Ortognaisse
Serra da Cangalha. O Ortognaisse Serra da Cangalha tem composição monzogranítica e
heterogeneidade textural relacionada à intensidade de deformação imposta às amostras
estudadas. A composição mineralógica observada é constituída por quartzo, ortoclásio
pertítico, plagioclásio, biotita e hornblenda (essenciais), Cpx (augita), opacos, titanita,
zircão, apatita (acessórios) e muscovita, calcita e clorita (secundários). Análises químicas
por FRX realizadas em amostras do Ortognaisse Serra da Cangalha evidenciam para esse
corpo uma assinatura Cálcio-alcalina de alto K, com tendência fortemente metaluminosa a
fracamente peraluminosa. O diagrama TAS revela que as amostras se posicionam próximo
ao limite dos campos subalcalino e alcalino, com composições variando de granodioríticas
a graníticas/sieníticas, evidenciando o enriquecimento em álcalis da sequência. São
importantes os elevados teores de K2O e Na2O e valores de Ba maiores que 1000 ppm. Uma
das amostras de ortognaisse revela concentrações muito inferiores de K2O e Ba e maiores
teores de Na2O e CaO, indicando não ser parte da sequência, podendo estar associada a
outra suíte. Desta forma, a geoquímica delimita distintos ortognaisses e o granulito.